Como criar oportunidade para captação de investimento

Você está procurando por investimentos, certo?

Então essa aula é pra você!

Produzimos uma aula com o caso da Stayfilm, esmiuçando os processos que a empresa seguiu na hora de buscar por investidores, e os surpreendentes resultado.

Confira só!

A empresa

O Stayfilm é uma plataforma automática de produção de filmes online criada em 2012 pelos irmãos Daniel Almeida e Douglas Almeida.

Com a ferramenta, o usuário consegue em dois minutos produzir um filme com as fotos armazenadas no seu smartphone e publica-lo em suas redes sociais.

O Stayfilm está disponível para iOS, Android e também no Facebook Messenger, além de diversas parcerias com empresas e marcas que potencializam a atuação da plataforma no mercado.

Nesta aula baseada em estudo de caso, o co-fundador da startup, Daniel Almeida, destaca como uma boa ideia associada à uma bem elaborada estratégia de captação de recursos garantiram à Stayfilm ocupar o posto de uma das startups que mais investimentos anjo recebeu no Brasil.

Entre 2012 e 2016 foram R$ 5 milhões captados.

Atraindo os investidores

A originalidade do produto e a necessidade de montar um bom time para que o projeto saísse do papel fez com que os fundadores se sentissem confiantes para buscar investimentos de uma forma diferenciada do que habitualmente se fazia no Brasil.

Organizar um evento próprio que reunisse num mesmo local e data formadores de opinião e potenciais investidores do Stayfilm foi a grande jogada dos irmãos empreendedores pa ra dar início à startup.

O foco do evento era divulgar o Stayfilm, o que propunha fazer, apresentar um primeiro protótipo e, principalmente coletar feedbacks sobre ele, além de despertar interesse de investidores.

Toda a ação foi planejada para que o valor e o propósito do Stayfilm fossem transmitidos aos presentes no evento.

“A gente fez uma apresentação de 30 minutos contando o que era o Stayfilm, mostrando um protótipo bem simples, mas que dava uma ideia, um modelo do que a gente queria entregar. E a gente ficou ali, mais ou menos duas horas, respondendo às perguntas depois da apresentação, até o momento em que uma pessoa falou: gostei para caramba e eu quero investir”, recorda o co-fundador da empresa.

Foco no propósito

Planejar e realizar o próprio evento foi uma alternativa encontrada pelos empreendedores para superar a barreira de captar investidores no Brasil, uma vez que, empreendimentos que precisam desse tipo de incentivo para começar, em geral, encontram como concorrentes outros tipos de investimentos mais tradicionais como o tesouro direto, títulos de capitalização e fundos bancários, por exemplo.

Por isso, chamar a atenção para o propósito e valor do Stayfilm era o desafio e, ao mesmo tempo, o melhor trunfo para os empreendedores.

“Se a gente trouxer alguma coisa que tem um certo valor agregado, que tenha interesse, que pode realmente ser uma coisa potencialmente forte, talvez eles olhem para o Stayfilm e tenham um pouquinho de interesse e a gente consiga mostrar que vale a pena”, destaca Almeida.

Contextualizando pra você!

Mas e aí, como conquistar investidores?

Livro “Venture Deals”

Para responder a essa pergunta, buscamos conceitos contidos no livro Venture Deals (que é melhor contextualizado na nossa aula completa).

Em Venture Deals, livro que traz um guia detalhado sobre como lidar com investidores e fundos para captação de recursos, os autores Brad Feld e Jason Mendelson comentam que cada investidor ou fundo de investimentos tem seu perfil.

Não existe uma fórmula exata de como convence-los, mas existem algumas abordagens que podem ser adotadas pelos empreendedores e alguns materiais básicos que certamente irão auxiliar nesse momento tão importante.

A primeira observação dos autores é que o empreendedor deve ter determinado o quanto pretende levantar de recursos, até onde esse valor levará a empresa e em quanto tempo.

O caso da Stayfilm é um bom exemplo, a meta dos empreendedores com o primeiro evento era angariar R$ 3 milhões para o primeiro estágio do produto.

E foi o que aconteceu.

Essa definição também é essencial pois direciona para qual tipo de investidor você deverá escolher como foco principal, se investidor-anjo, estágio seed ou então um valor mais alto partindo para rodadas de Série A ou Série B.

 

Modelo de participação

O modelo adotado pelo Stayfilm era a divisão de cotas de investimentos por porcentual da empresa.

Durante o evento, o investidor podia preencher um cadastro demonstrando seu interesse pelo negócio e recebia ainda um material informativo sobre a empresa, contendo dados e objetivos para que fosse possível analisar mais a fundo o investimento.

De acordo com Almeida, esses cuidados, aliados a experiência que ele e o sócio já tinham no mercado, foram fatores que corroboraram para transmitir uma credibilidade e confiança sobre o projeto que estava nascendo naquele momento.

Como resultado, foram captados R$ 3 milhões para o investimento inicial no Stayfilm.

Claro que estamos falando de uma empresa grande, com propósitos de proporções globais, mas os mesmos conceitos podem ser aplicados em pequenas e médias empresas também!

Afinal, mesmo que não se proponhe a ganhar milhões de investimento, você pode conhecer investidores de smart money, que te ajudarão com mentorias, experiências e network.

Bacana, não?! Para saber mais e ampliar o seu conhecimento, que tal assistir à aula na íntegra? Clique abaixo e vá direto para ela:



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